A
VENDA DO IMÓVEL EM QUE FUNCIONARA A GUARDA-MIRIM DE BOTUCATU
PROFESSOR
EVAIR 11/08/2016
Consumat
est, está consumado, porém aproveito a oportunidade da campanha eleitoral para
dizer do porquê era contra a venda do imóvel em que funcionara a Guarda-Mirim
de Botucatu. Em frente à Igreja São Benedito, atrás da escola EMEF “Raphael de
Moura Campos.
Primeiro
porque se e quando as escolas do ciclo fundamental passarem a ter Educação
Integral de fato e não apenas - o faz de conta do escola de período integral -
que existe hoje na cidade, haveria espaço, para naquele imenso terreno
construir-se instalações apropriadas para educação musical artes cênicas com um
pequeno anfiteatro com palco italiano para as apresentações à comunidade
escolar, familiares e convidados, além de um edifício para depósito de
materiais diversos, dos pedagógicos aos
de administração e limpeza.
Por outro lado,
sabemos todos que nunca devemos alienar nossos patrimônios, a não ser que a
justiça o determine sequer para pagar dívidas, e no caso da atual administração
muito das despesas poderia ser diminuídas se os diversos imóveis alugados nos locais mais
valorizados da cidade para abrigar vários serviços administrativos da
prefeitura fossem transferidos para um local com menos luxo, mas talvez com a
mesma funcionalidade, posto que o imóvel que foi alienado pela atual
administração possuía várias edificações que poderiam por certo ser ocupadas
pelos muitos setores municipais que hoje funcionam em imóveis alugados.Assim a não ser que houve interesses ocultos que levaram a atual administração a desfazer-se de um imóvel tão importante numa região tão valorizada da cidade, que permitiria a expansão qualificada da EMEF "Dr. Raphael de Moura Campos na instalação de uma educação integral de alto gabarito com instalações absolutamente adequadas.
Esse imóvel nunca deveria ter sido vendido.
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